terça-feira, 6 de agosto de 2019

Matéria 1. A colônia: centro do Império





 

Enfim, Brasil!

1808 (29 de novembro de 1807) > Corte da família real: rainha (Maria I), o príncipe regente (D. João), assessores próximos e cortesãos (permaneceram no Brasil por mais de 10 anos)

Objetivo > retomar os antigos tempos de glória, formando com base no Brasil um império de dimensões mundiais > o Brasil torna-se a sede da monarquia portuguesa. Contudo, a família real encontrou, ao desembarcar na colônia, uma sociedade essencialmente agrícola e marcada por contradições.

Trouxeram todo o aparato burocrático necessário para implementar nos trópicos a administração do reino

Em Lisboa, a fuga motivou a indignação popular e provocou enorme confusão: uma multidão, ansiosa para escapar das tropas francesas, tentou embarcar à força nos 36 navios (vieram para o Brasil cerca de 15 mil pessoas)

Século XVIII > o ouro e outras riquezas exploradas na América sustentaram o governo português
 
Marquês de Pombal, ministro de maior poder do rei dom José I, procurou racionalizar a administração colonial e criar condições para o desenvolvimento econômico, além de dar maior uniformidade à colônia e aproximá-la de Portugal.




Medidas tomadas por Pombal

  1. Transferência do centro administrativo da colônia de Salvador para o Rio de Janeiro
  2. Criação de duas companhias de comércio: Companhia Geral do Comércio do Grão-Pará e Maranhão e Companhia Geral de Pernambuco e Paraíba
  3. Pôs fim às Capitanias Hereditárias
  4. Instituiu o Português como língua oficial e obrigatória (proibiu o uso das diversas línguas gerais nos órgão de administração)
  5. Expulsão dos jesuítas de Portugal e dos territórios coloniais (desvincular governo e Igreja - jesuítas dominaram grandes riquezas e funções) > com a expulsão, todas as escolas, incluindo os aldeamentos indígenas - missões -, passaram para o controle da administração portuguesa

1.1. Breve panorama

A maior parte da população na colônia vivia concentrada na área litorânea, próxima dos portos

Viviam na colônia cerca de 3,5 milhões de pessoas: 30% de origem europeia; as demais, de origem mestiça, indígena e africana ou descendentes; quase um terço da população era escravizada.






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